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OldGamer | A epopeia de Skyrim



Após um longo e árduo hiato, devido a problemas de fim de período, OldGamer está de volta!


Há coisas que passam por
nossas vidas e deixam marcas. Lembranças, memórias, vestígios de uma época
áurea que marcou algum período importante em nossas experiências. Os videogames,
para bem ou para mal, fazem parte do processo e entregam mensagens mais que
especiais a todos nós.



OldGamer tem o intuito de comentar sobre jogos
que marcaram época, trazendo conceitos, curiosidades, análises e
discussões sobre os mesmos. E se
esses jogos deixaram saudades, é
porque definiram novos parâmetros na
indústria e elevaram diversos conceitos a outro patamar. Com The Elder Scrolls
V: Skyrim
não é diferente. Um jogo que nos deu liberdade de ação, um mundo
imenso, batalhas empolgantes, quests
envolventes, áudio e gráficos arrasadores; marcando todos nós com uma liberdade
absurda e bugs maravilhosos.



Skyrim é um game estilo RPG desenvolvido pela Bethesda Game Studios (Fallout,
Dishonored) e publicado pela Bethesda
Softworks. É o quinto jogo da série
medieval The Elder Scrolls, sendo seu antecessor: The
Elder Scrolls IV: Oblivion
. Foram cinco anos de muita espera e expectativa em torno do quinto episódio
da série, que foi lançado em 11 de novembro de 2011 para Playstation 3, Xbox 360 e PC.



Lendo os
antigos pergaminhos

Os acontecimentos do jogo se passam duzentos anos depois da crise de Oblivion, no ano 201 da quarta era (4E
201), na província de Skyrim. Faz
fronteira com quatro regiões de Tamriel,
a saber: ao Leste, com a província de Morrowind, a terra dos Dunmers (elfos negros); ao Sul, com Cyrodiil,
a capital de Tamriel, a terra
dos Imperiais, e
cenário do famoso The Elder Scrolls
IV: Oblivion
; ao Sudoeste faz fronteira com Hammerfell, terra
dos Guardiões Vermelhos e morada do último Dwemer (anão)
vivo em Tamriel; e por fim, a Oeste,
faz fronteira com High Rock, a terra dos Bretões,
a única região que não faz fronteira com Cyrondiil
e onde está localizada a mais antiga construção conhecida em Tamriel, a Torre Adamantina.



O enredo também se passa 30 anos após a
mais recente
Grande Guerra, onde o Aldmeri Dominion e o Império lutaram arduamente, mas que
quase extinguiu os
humanos de Tamriel e, para evitar tal derrota,
concordaram com
Aldmeri Dominion
rendendo suas forças e sujeitando-se às suas exigências.



Skyrim é a terra natal de um povo bravo,
chamado de Nords (uma raça de
humanos) onde além da Grande Guerra, irrompeu uma guerra civil entre as
raças Nords e os Blades, após o assassinato do Alto Rei
de Skyrim, Torygg.  E diante de todas estas guerras e problemas, a
província se encontra dividida: de
um lado, quer-se a separação do Império,
que agora está em ruínas; e do outro lado, quer-se permanecer leal. O Império começa a ceder territórios para as
nações Élficas porque não há nenhum herdeiro para o trono do Imperador,
começando uma nova guerra civil entre as facções.



Há três importantes facções político-religiosas atuando em Skyrim durante os eventos desta quarta era. Essas três facções têm influência na estória, e, por
consequência, nas ações do
personagem:
 
Os Stormcloak

São
Nórdicos que apoiam a libertação e independência de Skyrim da mão de ferro do
Império. Pregam que Skyrim deve ser habitada apenas pelos Nórdicos. Seu líder é
Ulfric Stormcloak, o Jarl de Windhelm, e que de acordo com a Legião Imperial, é
o assassino do Grande Rei de Skyrim. Ulfric Stormcloak e seus seguidores
acreditam que os estrangeiros ferem a cultura nórdica, prejudicando seu modo de
vida. Os Stormcloaks têm sua base em Windhelm.
Legião Imperial

Legionários
Imperiais que vieram para Skyrim para pôr um fim à guerra civil. São fiéis ao
Império com sede em Cyrodiil e são comandados pelo General Nullius. Ainda são
muito numerosos em Skyrim, vencendo em número de membros qualquer outra facção
ou guilda. Porém, atualmente representam apenas uma sombra do que já foram um
dia, perdendo muito em poder e glória. Diferente dos Stormcloaks, defendem a
entrada de estrangeiros em Skyrim e acreditam que Ulfric Stormcloak é um
assassino desejando poder. Sua base em Skyrim está fixada em Solitude.
Os Thalmors

São
os embaixadores da Aldmeri Dominion em Skyrim. Consideram-se a raça mais
importante de Tamriel. Proibiram a adoração ao deus Talos em Skyrim e pretendem
derrubar o Império. Thalmor é mal vista tanto pelo Império quanto pelos
Stormcloaks.
Há também em paralelo Alduin, um grande Deus-Dragão que
retorna das cinzas com cede de vingança.
Aldiun foi o líder dos dragões que dominavam o mundo e escravizavam todos os seres humanos,
até ser derrotado por nórdicos. Após
sua derrota, o mestre e os outros dragões começaram a ser caçados e mortos.

“Mãe,
eu posso fazer isso?” “Claro, meu filho!”

Skyrim mantém a tradicional jogabilidade
de mundo aberto encontrada na série The Elder Scrolls. O jogador é livre para andar pela terra de Skyrim
a sua vontade, tanto a pé, quanto à
cavalo ou pelo sistema de viagem rápida. Em Skyrim, há cinco grandes
cidades, vários pequenos vilarejos, grandes
extensões de regiões selvagens e
montanhas. Cada vilarejo e cidade possuem sua própria economia, que o jogador pode manipular ou sabotar, se escolher
fazer isso.

O jogador começa como um prisioneiro, que fora capturado ao tentar sair do continente pelo próprio assassino do rei e líder dos StormcloakUlfric. O personagem começa a se desenvolver na trama a partir de suas escolhas, descobrindo, pouco depois, ser o último Dovahkiin (nascido do Dragão), um caçador de dragões ungido pelos deuses para ajudar a afastar a ameaça que Alduin representa para Skyrim e Tamriel. Ao seu lado nessa luta, está Esbern e Delphine, talvez os últimos Blades vivos.

A classe à qual cada jogador pertencerá,
é construída de acordo com o uso que
ele fizer de cada atributo. Por
exemplo: para se elaborar um mago, é
preciso equipar magias e usá-las indiscriminadamente (ou até quando a barra de Magicka permitir). Tal uso fará com que
a habilidade evolua e o personagem
ganhe pontos de manuseio de magia, nesse caso.

Ao visitar as cidades, o jogador pode
completar atividades como: cozinhar,
cortar madeira, agricultura e mineração; e também aceitar trabalhos para ganhar dinheiro. Qualquer trabalho que um NPC pode
realizar, também pode ser feito pelo jogador. O nível do jogador aumenta quando suas habilidades
aumentam. Dezoito habilidades estão presentes em Skyrim – o sistema de classes de Oblivion foi
removido.


Benefícios são capacidades específicas
de cada habilidade, organizada em um
sistema de grupo de ramificações, chamado de Árvore
de Habilidades
. Cada aumento de nível permite que outro benefício seja colhido, existindo 280
benefícios. O HUD aparece na tela apenas quando a vida, energia ou
mágica do jogador estão se esgotando.
Itens e esquemas de equipamentos podem ser salvos por um menu de rápido acesso e o menu de inventário na tela de pause é
apresentado em uma sobreposição em estilo bússola.
Já no inventário, o jogador pode girar e se aproximar dos itens adquiridos.
As armas podem ser criadas pelo jogador em uma forja e são atribuídas a cada mão, individualmente, permitindo empunhaduras
duplas. Ao custo de energia, o
jogador pode correr e pular. Cada tipo de arma possui vantagens específicas e papéis. Escudos podem ser usados para
golpear e, para bloquear um ataque,
é necessário apertar no tempo certo do golpe, por exemplo.

Ao praticar tiro com arco, as flechas demoram mais para serem puxadas do que nos jogos The Elder Scrolls anteriores, porém fazem um dano maior. Por isso, flechas são caras e consideradas raridades, apesar de todo aventureiro já ter sido atingido por uma no joelho. Um jogador equipado com um arco pode usá-lo defensivamente em combates corpo-a-corpo, num movimento de contra-ataque.  

Há também mais de oitenta e cinco
tipos de feitiços, que podem ser usados ​​em formas de combate à distância e perto. Tipos de feitiços possuem qualidades específicas; um feitiço
congelante diminui e drena energia,
enquanto um feitiço de fogo causa danos
prolongados através da queima, que também pode atear fogo ao ambiente. Os jogadores podem equipar um feitiço por mão e carregá-los
antes de lançá-los, para maior poder.



Você
colhe o que planta, literalmente

Desde o princípio, já é preciso prestar
atenção nos acontecimentos, que logo
serão exigidos para seguir a campanha
principal. Antes mesmo das primeiras
descobertas de cidades, já é possível entrar em quests paralelas, que
vão garantir novos pedaços de enredo, itens ou até algumas habilidades especiais. O jogador pode ser furtivo, e personagens não-jogáveis (NPCs) são alertados se os movimentos do
jogador forem detectados.

Percorrer os campos verdejantes ou
passar pelas intempéries de Skyrim é
como estar dentro de um quadro gigante
com vida própria. Os ambientes são incrivelmente detalhados e possuem paisagens incríveis.
Sem contar quando uma característica geográfica notável se junta a um fenômeno na natureza em tempo real, como
chuva ou uma tempestade de neve. É realmente magnifico.

Skyrim faz uso do sistema de inteligência
artificial
 “Radiant AI”,
criado para Oblivion, que foi melhorado para permitir que NPCs façam
o que eles quiserem, sob parâmetros extras. O sistema melhorado permite
maior interação entre os NPCs e
seu ambiente. Também podem interagir com o personagem
do jogador através de conversas e podem pedir favores, treiná-lo ou desafiá-lo para um duelo. 

O jogo introduz também o sistema “Radiant Story”, que governa aventuras
e como elas funcionam. Aventuras paralelas são dinamicamente alteradas, baseadas nas ações do
jogador e são feitas para as habilidades e progresso do jogador no jogo. 


Folclore

Folclore é algo comum no mundo de Skyrim. Criaturas como mamutes e tigres dente-de-sabre são
encontradas pelo jogo e podem ser mortas.
Os lendários dragões têm uma
influência particular na jogabilidade e na história, e são oponentes
desafiadores para o jogador.

Dragões podem aparecer em qualquer momento, em qualquer lugar e podem atacar qualquer coisa. Raças diferentes de dragões são
encontradas por Skyrim, tanto
sozinhos, como em grandes grupos. Eles podem falar diretamente com o jogador através da língua nativa do mundo, Dracônica. Podem atacar cidades e
vilarejos aleatoriamente, devastando
cidades sem aviso prévio. Nem todos os dragões são hostis.

Através de um curso de eventos, o
personagem do jogador pode descobrir que ele(a) é um Dovahkiin. Por causa disso, o personagem garante a habilidade de
usar os Dragon shouts (gritos). Essas são poderosas habilidades adquiridas por matar
dragões e absorver suas almas. Exemplos
incluem: teletransporte, reduzir a velocidade do tempo e chamar um dragão para ajudar o jogador.

Gritos de dragões (Thu’um) são descritos como gritos
de guerra, falados na língua nativa dos dragões (Dovahzaan). Existem mais de vinte
tipos diferentes de gritos de dragões, que podem ser adquiridos durante o jogo,
e eles se tornam mais efetivos
enquanto o jogador absorve mais
almas de dragões mortos. Alguns NPCs
também podem usar gritos de dragões.


Raças

Em The
Elder Scroll V: Skyrim
, há 10 raças jogáveis, sendo 4 raças élficas, 4 raças humanas e 2 raças antropomórficas.
As raças são:

Elfos
  • Álter (Grandes Elfos, naturais de
    Summerset Isles);
  • Bosmer (Elfos da Floresta, naturais de
    Valenwood);
  • Dunmer (Elfos Escuros, naturais de
    Morrowind);
  • Orsimer (Orcs, naturais das montanhas
    Wrothgarian e montanhas dragontail,
    em High Rock, Hammerfell e parte de Skyrim);
Humanos
  • Bretões (Humanos/Elfos (Manmer), naturais
    de High Rock);
  • Imperiais (Humanos, naturais de Cyrodiil);
  • Nórdicos (Humanos, naturais de Skyrim);
  • Redguards (Humanos, naturais de Hammerfell);
Raças Antropomórficas
  • Argonianos (Répteis, naturais de Black Marsh);
  • Khajiits (Felinos, naturais de Elsweyr);
Não jogáveis
  • Falmer (Elfos da Neve, naturais de
    Skyrim);
  • Dwemer (Elfos do Abismo, provavelmente
    naturais de Morrowind);
  • Dremora (Daedras, naturais do plano de
    Oblivion);
  • Dragões (Ressuscitados por Alduin, e o
    próprio, para destruírem o mundo).



Há no game também, transformações/doenças,
que podem ocorrer com o personagem, sendo elas:


Vampirismo

Vampirismo, ou Sanguinare
Vampiris
, é uma doença incomum que primeiro enfraquece, em seguida,
transforma os infectados nas criaturas mais temidas da noite.

Licantropia

Lobisomens são criaturas jogáveis ​​em Skyrim. Eles têm uma configuração
muscular e uma face monstruosa, em contraste com as faces mais agradáveis dos
lobisomens em Bloodmoon. Eles são
mais altos e mais largos do que os humanos e elfos (mer). São normalmente
bípedes, em pé, e quadrúpedes, quando correndo. Sua única fraqueza notável são
armas de prata e incapacidade de bloquear. Na forma humana, podem mudar à
vontade por meio do uso de uma força maior, apesar de que necessitam se
alimentar constantemente para manter a forma animalesca.

Ataxia – afeta a habilidade de abrir
fechaduras e de roubo.

Bone Break
Fever (Febre Quebra Ossos) – diminui
os pontos totais da Resistência.

Brain Rot
(Cérebro de Rato) – reduz os pontos totais da magia.

Rattles (Chocalho) – vida regenera lentamente.

Rockjoint (juntas de Pedra) – torna mais difícil
o manuseio de armas de ataque.

Witbane – influi na regeneração da mágica.

Sanguinare Vampiris
– reduz a vida, pode piorar e progredir para o Vampirismo.

Se o seu personagem está doente, os NPCs dirão frases relacionadas à sua doença. Ou seja, quando você for um vampiro, farão alusão ao tom de pele clara; e quando lobisomem os guardas podem dizer, entre outras, que o jogador fede como um cachorro molhado.


Desenvolvimento

Skyrim foi
conceitualizado pouco tempo depois do lançamento de Oblivion em
2006, e começou a produção depois do lançamento de Fallout 3, em
2008. Foi oficialmente anunciado no Spike Video Game Awards em dezembro de 2010, quando o produtor executivo, Todd Howard, subiu ao palco para apresentar o trailer que anunciava sua
data de lançamento: “11–11–11”. Apareceu como história de capa
da edição de fevereiro de 2011 da revista Game Informer,
quando sua história e conteúdo foram reveladas pela primeira vez.
A linguagem foi concebida pelo artista
conceitual Adam Adamowicz, que desenvolveu um alfabeto de 34 runas para o jogo. Matt
Miller, jornalista da Game
Informer
, descreve que a língua interpreta um “papel integral na história e jogabilidade“. O
léxico de Dracônica foi expandido quando precisado:

“No
universo de Skyrim, está o uso de uma “língua de dragão”. O alfabeto
foi construído para, esteticamente, parecer pertencente a dragões, assim o uso
de marcas semelhantes a garras”.

O ator Max von Sydow (Star Wars/Game of Thrones) dubla Esbern, um Blade que
ajuda o jogador através da aventura principal.
Durante todo o desenvolvimento, foram empregados mais de 70 dubladores para
gravar as vozes de NPCs. O total de
linhas de dialogo gravadas é de mais de 60.000
Skyrim utiliza a Creation Engine, um
motor de jogo desenvolvido internamente pela Bethesda.
A direção de arte de Skyrim é descrita como “bem diferente” em relação à de Oblivion, conforme afirmado pelo diretor de arte Matt Carofano. Ele descreveu a direção de arte de Oblivion como “fantasia europeia padrão”, e dessa forma,
o objetivo para Skyrim era fazer o
mundo de jogo parecer realista. No
desenho de personagens, esforços foram feitos para que cada raça fosse única em relação a outra. Além disso, a
criação de personagens foi aprofundada
em relação aos jogos The Elder Scrolls
anteriores, introduzindo novas opções de customização,
como barbas e rostos pré-construídos, pinturas de guerra e cicatrizes,
simplificando a construção facial.


Com
grandes mundos, vêm grandes trilhas sonoras

Jeremy Soule,
compositor que escreveu a trilha sonora de Morrowind e Oblivion,
retorna para fazer a trilha de Skyrim. “Sons of
Skyrim” é o tema principal do
jogo e foi gravado com um coral de mais de trinta
pessoas, cantado na língua Dracônica do jogo. 
O Diretor Criativo, Todd Howard, imaginou a
música tema para Skyrim como uma
música de The Elder Scrolls cantada
por um coro de bárbaros. Isso se
tornou uma realidade quando a ideia foi aprovada por Jeremy, que gravou o coro de 30
homens em três gravações diferente e
juntou em três camadas separadas ao
mesmo tempo para criar o efeito de 90
vozes. Ouça o resultado:



DLC’s


Creation Kit

Pacote que permite que aos jogadores
editem e criem seus próprios mods
(modificações) do jogo.


High-Resolution
Texture Pack


Um DLC
gratuito que substitui as texturas do jogo, aumentando o realismo.


Fall of the Space Core, Vol 1

Uma homenagem ao jogo Portal 2, introduzindo ao universo de Skyrim um Space Core, ou droide
espacial.


Dawnguard

Essa DLC adiciona duas facções ao jogo, o que deixa sua jogabilidade
mais interessante: os Volkihar Clan, um grupo de vampiros extremamente
antigo, liderado por Lord Harkon; e Dawnguard, um grupo de caçadores de vampiros liderados por Isran.


Hearthfire

DLC que introduziu ao jogo, a compra de terrenos,
a construção de casas, com apenas um
quarto, ou com salas de troféus, arsenais,
estufas e muito mais; além de poder contratar mordomos e bardos. É possível,
também, adotar crianças e trazer sua esposa para morarem juntos. Mas, em contrapartida,
é preciso gastar um pouco de tempo para educar
as crianças e manter os Skeeves e os
Gigantes afastados.


Dragonborn

A expansão tornou a ilha de Solstheim acessível, possibilitando a
montaria Dracônica (montar em dragões),
montar em outros animais, bem como tornou disponível para o jogador a opção de
usar lanças como arma, novos Shouts, magias, poderes, armas, mais
missões, um novo tipo de dragão, um
novo reino em Oblivion, armaduras,
joias novas, roupas e muitas horas de jogo a mais. Sendo, sem dúvida, o melhor DLC para o game.


Skyrim foi o primeiro jogo ocidental da história a receber 40/40
(nota máxima) na conceituada revista japonesa Famitsu.


O Jogo Conseguiu três prêmios no VGA 2011:
·        
Jogo
do Ano
·        
Melhor
RPG
·        
Estúdio
do ano para a Bethesda
The
Elder Scrolls V: Skyrim

foi o jogo da saga mais bem avaliado, ganhando vários prêmios e é
amplamente considerado um dos melhores
jogos eletrônicos já feitos. Com um mundo gigantesco de paisagens deslumbrantes. A continuidade temporal
dia/noite, associada com os fenômenos
atmosféricos, promovem uma ambiência incrível, em conjunto também a uma trilha
sonora magnífica.


O título conta com uma longa campanha principal e uma
infinidade de missões paralelas e, literalmente, te prende por várias horas, fazendo com que você perca a noção do mundo externo. A campanha principal dura cerca de 20 horas,
isso sem desvios, mas eu mesmo já tenho mais de 100 horas jogadas (não,
não tenho uma namorada).


Sentimos que estamos fazendo parte de um
conto inacreditável e que ficará
marcado para sempre. E esse mundo é fantástico,
criado de maneira tão cuidadosa e pormenorizada, que parece existir realmente. Skyrim não está isento dos típicos
erros que afetam os jogos da Bethesda
(“Why, Mr. Anderson? Why do you persist…?)
, há vários bugs relatados por aí,
mas isso não afeta seu desempenho esplendoroso.


O game, infelizmente, não possui um modo
cooperativo online, deixando a desejar na interação com outros jogadores. O
contraponto é que você pode recrutar
‘ajudantes’ durante sua jornada. Midesgulpe
Lydia, e obrigado pelos itens
.
J



A sensação de liberdade e a narrativa, a possibilidade de você criar qualquer tipo de personagem, se
comportar de maneiras diferentes a cada partida e as
histórias paralelas que também são enormes (Ex: Thief’s Guield e The Dark Brotherhood),
mostram outras facetas de um enredo gigantesco, completo e coeso. É um jogo épico em todos os sentidos. Não há
outra palavra para descrevê-lo. É um dos melhores e maiores RPGs de sempre.


Data
de lançamento inicial
:
11 de novembro de 2011
Game Engine: Creation Engine
Série: The Elder Scrolls
Desenvolvedor: Bethesda Game Studios
Prêmios: VGX: Melhor RPG, VGX: Estúdio do Ano,
Satellite Award de Melhor RPG, Kerrang!
Award: Melhor
Video Game
Plataformas: PlayStation 4,
Nintendo Switch, Xbox One, Xbox 360, PlayStation 3, Microsoft Windows



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