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Review “God Of War”: A maior e melhor aventura de Kratos até agora, chegou;

É até difícil
fazer o review de um jogo tão hypado e esperado, como a nova aventura de
Kratos, na mitologia nórdica, dessa vez. O novo jogo da saga God Of War, que
leva um nome sem subtítulo, é, pra mim, o ápice da geração até o momento. Seja
em questões gráficas, que vou falar mais pra frente; seja em questões de
gameplay ou de história; que também serão mencionadas. Ou até mesmo em pontos
talvez nem tão importantes como os anteriores, mas que também tiveram seu
destaque, como a trilha sonora ou a dublagem. Em todos os aspectos, o jogo
ganhou um espaço na listinha de melhores que já joguei.

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O novo jogo do
Santa Monica Studios, exclusivo para o Playstation 4, traz um Kratos mais
velho, com um filho, mas tanto ele quanto o filho, inexperientes. Cada um no
seu caso, com Kratos sendo o inexperiente em relações com o filho, e Atreus no
quesito de luta. A relação deles é conturbada no início do jogo, e isso afeta
bastante o gameplay, pelo menos no início. Atreus é quase indefeso, e até certa
parte depende de você para defende-lo.


Mas apesar de
parecer ser algo ruim, é incrível como você vê a confiança que antes não
existia, e também a habilidade de Atreus, vão crescendo de uma maneira que te
fazem torcer pra cada vez mais os dois se acertarem e cuidarem um do outro. O
orgulho, quando ao final do jogo você e Atreus lutam juntos, combo a combo, é
imenso.O sistema de progressão também é extremamente funcional e cumpre o que promete.



Além de toda
essa conexão com Atreus, toda a evolução emocional que é visível no Kratos é
algo alucinante. Kartos não é mais algum animal movido pelo ódio (que nós também
gostávamos bastante), ele agora é alguém que luta pra proteger as cinzas de
alguém que conseguiu amar, e proteger a única coisa que sobrou pra ele, seu
filho.


Para mim, o
ponto mais forte do jogo é sua história; que também acho ter sido o ponto forte
dos outros jogos. Você torce pelos dois, fica com raiva das coisas que Atreus
fala e faz, e se embasbaca com todas as paisagens deslumbrantes dos reinos da
mitologia nórdica, assim como seus integrantes. Todos, repito, todos os
personagens do jogo são interessantes de alguma forma, sejam eles principais ou
secundários.



Gameplay e
gráficos são outros pontos fortíssimos do jogo; sendo o primeiro, um gameplay
frenético e alucinante nas batalhas, e também nos chefes. Eu joguei na dificuldade
difícil, e admito que teve vez que queria descer pra normal e pegar algo mais
fácil, coisa que não fiz. E a dica é que joguem sim no difícil, se você tiver
experiência em jogos como The Witcher que é mais um RPG de ação; jogue no
difícil, a sensação de dever cumprido é ótima quando você zera a história
principal. Quanto a parte gráfica, a palavra que resume é “estonteantes”, de
todos os modos e formas possíveis, não reclamo de nada dos gráficos de GOW.




Após você terminar
a história principal, todo o mundo que você já visitou, continua disponível
para exploração e para fazer as outras 1000 coisas (modo de falar), que
sobraram no jogo. Desafios incríveis matando as Valquírias ou ajudando os anões
para melhorar ainda mais o equipamento de Kratos e Atreus, e assim, não passar
tanta vergonha apanhando.

O jogo é um
completo passeio alucinante por uma mitologia que não havíamos visto de um
jeito tão bom assim, representada em videogames. O que é uma pena, porque
espero ver bem mais. A aventura é incrível, se prepare para surpresas, plot-twists e mais e mais segredos.


Se ainda resta
dúvida, imagine um jogo que até brilhe seus olhos com a qualidade de um martelo
de gelo cortando a boca de um troll, ou então de você derrubando um dragão de
pleno ar livre, e ainda assim cair batendo. É inacreditável a adrenalina na
veia.

Nota: 10/10

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