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REVIEW | Motorola One – Surpreendente, porém nem tanto

Quando devolvi o Moto E5 Plus, pedi o Motorola One sem grandes expectativas. Uso o Zenfone 5 Selfie e esperava algo no mesmo nível, talvez até pior devido o processador antigo. Com muita alegria posso dizer que fui surpreendido e foi mega difícil voltar a usar o meu celular após a devolução.


Design 


O Motorola One foi o primeiro celular que testei que vinha com o notch. Ele não é ocultado pelo software e isso me causou uma enorme estranheza. Ele ocupa um espaço enorme no topo da tela e isso incomodou bastante durante o uso, principalmente no início. A hora e a barra de sinal ficam minúsculas e difíceis de ver, foi algo que me incomodou bastante.






Tirando isso a tela é bonita, não tem um brilho que se destaque em ambientes externos, mantendo o padrão dos celulares intermediários, a proporção de 19:9 permite uma exibição ótima dos conteúdos, as 5,9 polegadas mantém um tamanho aceitável para o preço e a resolução HD de 1520×720 permite um uso aceitável para o padrão.





Desempenho


Eis aqui o que mais me deixou feliz e surpreso com o Motorola One. Assim que vi suas especificações técnicas e vi o processador Snapdragon 625 fiquei com um pé atrás. Se trata de um processador com mais de dois anos e que é ultrapassado para um modelo intermediário como o Motorola One.

Porém com o uso do Android One o celular não apresentou nenhum travamento durante o uso, mesmo utilizando multitarefa e instalando jogos pesados o celular fluiu perfeitamente e não apresentou travamento em momento algum.

Câmera






Algo que me decepcionou foi a câmera do Motorola One, bem abaixo do padrão para os aparelhos desta faixa de preço. A câmera traseira dupla de 13 e 2 megapixels entrega uma qualidade razoável nas fotos enquanto a frontal, com 8 megapixels deixa bastante a desejar em comparação com os concorrentes.








Bateria


Algo eficiente nos celulares com Snapdragon 625 é a eficiência energética. O processador permite um consumo de bateria mais inteligente, o que faz com que a bateria seja o ponto alto do aparelho.


Com 3000 mAh o Motorola One aguenta o dia inteiro de uso comum, usando aplicativos de música via streaming por 3 horas, jogos como Subway Surf e 8 Ball Pool, além de acessar redes sociais e navegar na web e ler e-mails.

Além disso seu carregador TurboPower entrega 100% de bateria para seu celular em média 45 minutos, o que faz da bateria o ponto forte do aparelho.


Conclusão


O Motorola One me surpreendeu muito com seu desempenho. Mesmo com o processador antigo ele entregou um desempenho que não esperava com seus 4GB de RAM e seu armazenamento de 64GB, com uma fluidez que poucos celulares concorrentes entregam. 


A bateria é o ponto forte e, para mim que passo o dia todo fora de casa, é o grande diferencial  para escolher o Motorola One na frente dos concorrentes, ainda mais com o carregador TurboPower que deixa o aparelho ainda mais atrativo.


A câmera e o design são os pontos fracos do aparelho, principalmente devido o notch que deixa tudo estranho para quem não está acostumado e a câmera frontal que entrega uma qualidade bem abaixo dos concorrentes.


Você que busca um celular com bateria e desempenho ótimos, não é de tirar fotos e não se importa com um “topete” na tela do celular tem no Motorola One o celular perfeito e que cabe no seu bolso.




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