A arte imita a vida? Nem sempre! Promotora do caso real de “Olhos Que Condenam” processa Netflix por difamação

Lançada em maio do ano passado, a minissérie da Netflix, “Olhos Que Condenam” causou grande impacto nos espectadores, ao narrar o caso do grupo formado por cinco adolescentes negros, conhecido como Central Park Five, que foi condenado por um estupro que não cometeram. No entanto, apesar da grande crítica positiva tanto por parte do público quanto da mídia, nem todos os impactos foram positivos.

A promotora Linda Fairstein, que tratou do caso na vida real, declarou que vai processar a plataforma de streaming e as roteiristas Ava DuVernay e Attica Locke por difamação. Segundo ela, sua personagem, interpretada por Felicity Huffman, foi retratada como “uma vilã racista e sem ética que está determinada a prender crianças inocentes de cor, custe o que custar”.

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Em resposta, a Netflix alegou que o processo de Fairstein “não tem mérito algum”, e que irá defender sua produção, as roteiristas e toda a equipe responsável pela minissérie.

Escrito por: Natália Barão