11 de abril de 2021

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Armie Hammer está sendo investigado pela polícia de Los Angeles por estupro, abuso e canibalismo

Desde o início de 2021, o ator Armie Hammer de “Call Me By Your Name” vem sendo acusado de uma série de estupro, abuso e canibalismo contra várias mulheres. Agora segundo o Page Six, o departamento de polícia de Los Angeles (LAPD), está investigando o artista.

A fonte afirma que a investigação começou em 03 de fevereiro deste ano, quando “um membro da comunidade” fez uma denúncia contra Hammer. Já o Deadline acrescenta que o inquérito da LAPD será encaminhado em breve à promotoria e a unidade de crimes sexuais, que terá acesso a todo material de acusações. Caso Hammer seja realmente considerado culpado, o ator pode ficar até 8 anos preso.

A noticia veio logo em seguida de uma coletiva de imprensa realizada por Effie, uma mulher que afirmou ao lado se sua advogada, que foi uma das vítimas de Hammer. A jovem relata que foi estuprada pelo ator em 24 de abril de 2017, pouco tempo depois de ter conhecido ele pelo Facebook, onde se apaixonou instantaneamente.

Effie afirma que o ator bateu em sua cabeça repetidamente contra uma parede, deixando o seu rosto machucado. Ela ainda menciona que Hammer cometeu outros atos de violência contra ela.

Pela primeira vez, a defesa de Armie se pronunciou após esses eventos. O seu advogado Andrew Brettler emitiu um comunicado negando todas as acusações e afirmando que o ator irá se pronunciar em público em breve.

Bretter conta que na verdade Effie foi quem procurou Hammer usando mensagens de texto com conteúdo sexual, até julho do ano passado. O advogado ainda negou as acusações de estupro, alegando que todos os atos foram consentidos.

“Desde o dia um, o Sr. Hammer sustentou que todas as suas interações com [Effie] – e com todas as outras parceiras sexuais dele – têm sido completamente consensuais, discutidas e concordadas com antecedência, e mutuamente participativas. A busca por atenção da [Effie] e sua tentativa legal imprudente apenas tornarão mais difícil que verdadeiras vítimas de violência sexual tenham a justiça que merecem”, disse Andrew Brettler em comunicado.

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